terça-feira, 22 de outubro de 2019

Súplicas

Participação modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”, de autoria de Isa Doris Teixeira de Macedo (Troféu 2019):

Em Caixinhas só se guardam segredos, relíquias, lembranças... Nesta, eu colocaria súplicas, para serem lidas no dia 25 de outubro.
Que esta Caixinha, seja repleta, coberta, preenchida, abastecida da energia de seus conterrâneos de todas as eras.
Com a ajuda de Sepé que passou por aqui...
Bênçãos de Nossa Senhora da Assunção...
Que o Senhor Pedrinho (Saravá) passe Axé...
Pirajú, uma rogativa...
Padre Otávio, uma prece...
Que a Cabo Toco, nos defenda dos inimigos...
E que Deus ilumine a todos nós. Principalmente aos administradores.
Que juntos cantemos Parabéns!

88 Palavras para 188 Anos de História

Participação modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”, de autoria de Geruza Maria de Oliveira Cassol:

É no verão de 1972, no Hospital da Drª Nair Guedes, que nascia uma Caçapavana, apresentada aos amigos pelas ondas da Rádio Caçapava. Criada num Rincão, conhecendo em polígrafos a Pedra do Segredo, Guaritas, Cascata... Torna-se educadora e são andanças por coxilhas, rincões e riachos do município. Pelas portas da URCAMP, a conquista do tão sonhado “canudo”. Das Minas do Camaquã vem o comparsa e na sequência duas filhas, que orgulhosas sobem ao palco do Melão com outras nações, através dos Chimangos... Esta personagem, aqui nasceu, cresceu, está evoluindo e propagando o amor por este chão.

Caixinha da Vovó

Participação modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”, de autoria de Virgínia Curcino Garcia, 10 anos, aluna 5º ano da Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:

Como uma menina arteira
Na gaveta da vovó fui mexer
Uma caixinha veio me surpreender.

Encontrei recordações
Guardadas e esquecidas pelo tempo.

Fotos da revista Sentinela
receitas e fotos novela.

Um monóculo com imagens de um momento,
em frente à Igreja Matriz,
de um encontro feliz.

Alguns botões, pequenos corações,
pedrinhas do Rio Camaquã
onde os momentos em família,
carregados pelo Fusca Azul,
descobriram Caçapava do Sul.

Essa caixinha deixei no lugar
para voltar a sentir
os momentos que não vivi
mas que as recordações me fazem sentir.

Memórias de Minha Cidade

Participação modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”, de autoria de Julia Mota de Vargas, 8 anos, aluna 3º ano da Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:

Na casa de festas gosto de brincar
E muitas brincadeiras adoro inventar.

O Museu amei conhecer
Lá muitas histórias de Caçapava do Sul podemos aprender
Ao lado tem a Biblioteca Municipal com  livros para a gente ler
E o nosso cérebro abastecer.
Da Feira do livro nunca vou esquecer
Porque vários livros pude ler.

Na pracinha, nós crianças gostamos de brincar
E os adultos gostam de conversar.
Adoro passeio em família. Um dia fomos na Figueira e na  Chácara do Forte.
Nossa! Foi um dia de muita sorte.

domingo, 21 de outubro de 2018

Memórias da Minha Cidade

Poesia vencedora no Concurso Cultural 2018, modalidade Literário em 88 palavras, de autoria de Julia Mota de Vargas, do Segundo Ano do Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:

Minha querida Caçapava
Cento e oitenta e sete anos vai completar
Meus parabéns vou lhe dar.
Cidade de muita história
Muita coisa tenho em minha memória.
Quando fui ao Melão
Vi um show de patinação
Quando acabou a apresentação
Fui até a Estrada da Aviação,
Quando fui na Igreja Matriz
Fiquei muito feliz.
Quando chega o verão
Tomo sorvete no Calçadão
Quando chega o inverno,
Domingo é meu dia de sorte
Vou comer pipoca no Forte.
Nunca fui na Pedra do Segredo
Mas, acho que não sentirei medo.

Poesia de memória

Poesia classificada no Concurso Cultural 2018, modalidade Literário em 88 palavras, de autoria de Ana Carolina de Oliveira Cassol, do Segundo Ano do Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:

Na minha memória
Tem muitas histórias.
Dancei na festa mundial
E achei bem legal.
Quando vou nas Minas
Brinco com as minhas primas.

Vou no areião,
Raramente vou no calçadão
Mas prefiro ir na Aviação
Se me deixar andar de avião.
Na Pedra do Segredo
Nunca fui e tenho medo
Mas se alguém me levar
E um doce eu ganhar,
Juro que não vou reclamar.

Meus pais nasceram em Caçapava
Eu nasci também
Aqui vou crescer
Uma pessoa do bem,
Na Capital do carinho
Sempre todos bem juntinhos.

domingo, 22 de abril de 2018

O que é uma coisa?

Por Viviane Ilha

Pode ser tudo e nada. Mas é aquilo que existe, seja de natureza corpórea ou incorpórea. Por inspiração podemos coisificar tudo que nos foge a um conceito específico. Coisificamos o amor, relações familiares, os objetos e as emoções relacionais. Fazemos do abstrato uma coisa, do real outra. Por ter mil e uma utilidades, muitas vezes adjetivamos a coisificação para um diálogo qualquer que nos coloque no mundo das palavras ajustadas. Entenda quem puder. Nossa que coisa! Disse nada e falou tudo, o que é uma coisa para ti?