É
no verão de 1972, no Hospital da Drª Nair Guedes, que nascia uma Caçapavana,
apresentada aos amigos pelas ondas da Rádio Caçapava. Criada num Rincão,
conhecendo em polígrafos a Pedra do Segredo, Guaritas, Cascata... Torna-se educadora
e são andanças por coxilhas, rincões e riachos do município. Pelas portas da
URCAMP, a conquista do tão sonhado “canudo”. Das Minas do Camaquã vem o
comparsa e na sequência duas filhas, que orgulhosas sobem ao palco do Melão com
outras nações, através dos Chimangos... Esta personagem, aqui nasceu, cresceu, está
evoluindo e propagando o amor por este chão.
terça-feira, 22 de outubro de 2019
88 Palavras para 188 Anos de História
Participação
modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”,
de autoria de Geruza Maria de Oliveira Cassol:
Caixinha da Vovó
Participação
modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”,
de autoria de Virgínia Curcino
Garcia, 10 anos, aluna 5º ano da Ensino Fundamental da Escola
Januária Leal:
Como uma menina arteira
Na gaveta da vovó fui mexer
Uma caixinha veio me surpreender.
Encontrei recordações
Guardadas e esquecidas pelo tempo.
Fotos da revista Sentinela
receitas e fotos novela.
Um monóculo com imagens de um momento,
em frente à Igreja Matriz,
de um encontro feliz.
Alguns botões, pequenos corações,
pedrinhas do Rio Camaquã
onde os momentos em família,
carregados pelo Fusca Azul,
descobriram Caçapava do Sul.
Essa caixinha deixei no lugar
para voltar a sentir
os momentos que não vivi
mas que as recordações me fazem sentir.
Memórias de Minha Cidade
Participação
modalidade 88 Palavras no Concurso Cultural 2019 “Identidade e Pertencimento”,
de autoria de Julia Mota de Vargas, 8 anos, aluna 3º ano da
Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:
Na casa de festas gosto de brincar
E muitas brincadeiras adoro inventar.
O Museu amei conhecer
Lá muitas histórias de Caçapava do Sul podemos
aprender
Ao lado tem a Biblioteca Municipal com livros para a gente ler
E o nosso cérebro abastecer.
Da Feira do livro nunca vou esquecer
Porque vários livros pude ler.
Na pracinha, nós crianças gostamos de brincar
E os adultos gostam de conversar.
Adoro passeio em família. Um dia fomos na Figueira
e na Chácara do Forte.
Nossa! Foi um dia de muita sorte.
domingo, 21 de outubro de 2018
Memórias da Minha Cidade
Poesia vencedora no Concurso Cultural 2018, modalidade Literário em 88 palavras, de autoria de Julia Mota de Vargas, do Segundo Ano do Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:
Minha
querida Caçapava
Cento
e oitenta e sete anos vai completar
Meus
parabéns vou lhe dar.
Cidade
de muita história
Muita
coisa tenho em minha memória.
Quando
fui ao Melão
Vi
um show de patinação
Quando
acabou a apresentação
Fui
até a Estrada da Aviação,
Quando
fui na Igreja Matriz
Fiquei
muito feliz.
Quando
chega o verão
Tomo
sorvete no Calçadão
Quando
chega o inverno,
Domingo
é meu dia de sorte
Vou
comer pipoca no Forte.
Nunca
fui na Pedra do Segredo
Mas,
acho que não sentirei medo.
Poesia de memória
Poesia classificada no Concurso Cultural 2018, modalidade Literário em 88 palavras, de autoria de Ana
Carolina de Oliveira Cassol, do Segundo Ano do Ensino Fundamental da Escola Januária Leal:
Na minha memória
Tem muitas histórias.
Dancei na festa mundial
E achei bem legal.
Quando vou nas Minas
Brinco com as minhas primas.
Vou no areião,
Raramente vou no calçadão
Mas prefiro ir na Aviação
Se me deixar andar de avião.
Na Pedra do Segredo
Nunca fui e tenho medo
Mas se alguém me levar
E um doce eu ganhar,
Juro que não vou reclamar.
Meus pais nasceram em Caçapava
Eu nasci também
Aqui vou crescer
Uma pessoa do bem,
Na Capital do carinho
Sempre todos bem juntinhos.
domingo, 22 de abril de 2018
O que é uma coisa?
Por Viviane Ilha
Pode
ser tudo e nada. Mas é aquilo que existe, seja de natureza corpórea ou
incorpórea. Por inspiração podemos coisificar tudo que nos foge a um conceito
específico. Coisificamos o amor, relações familiares, os objetos e as emoções
relacionais. Fazemos do abstrato uma coisa, do real outra. Por ter mil e uma
utilidades, muitas vezes adjetivamos a coisificação para um diálogo qualquer
que nos coloque no mundo das palavras ajustadas. Entenda quem puder. Nossa que
coisa! Disse nada e falou tudo, o que é uma coisa para ti?
quarta-feira, 4 de abril de 2018
O Personalístico
Por Viviane Ilha
Pessoa
de sorte é aquela que acredita que já é sortuda por natureza. Pessoa de azar é
aquela que acredita que não tem sorte, porque nasceu assim naturalmente. Estas
duas pessoas distintas transmitem algo próprio, que chamamos de subjetivo. O
personalista tem sua visão de sorte e azar que vai depender daquilo que
acredita ser e ter. É pessoal e intransferível. Ambos egoístas. Os dois têm sonhos
e desejos, apenas o primeiro acredita. O segundo ainda está focado na sua onda
de azar. Seres absolutamente humanizados por todos.
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