O
balanço de avanços de 2015 e as metas de 2016 vieram-me junto à ideia que, se chegar à idade de meu pai, 88 anos, eu tenho 33 anos pela frente. Idade de vida
de Cristo. Quero antes de tudo, que meu coração, relógio da vida, pulse sempre tranqüilo
na companhia daqueles que me são preciosos – longe ou perto. Sem procrastinação
ao clamor das coisas, tudo ao seu tempo. Que todo o dia eu acorde com chilrear
dos pássaros e a disposição de cumprir e velar o Novo.