O
mundo movimenta-se num universo, uniforme e relacionativamente. É alimentado por energias
que desconheço. Luz e sombra se alternam. Mesmo que o planeta Terra se banhe de
fogos, na virada do Ano Novo, de um tempo criado pelo homem, nada altera sua trajetória
astral. Assim, nada muda na minha mente – tomada por um corpo que se transforma
momentaneamente –. Arriscar novos sonhos é preciso! Com nova consciência, acreditar,
ousar e realizar. Que se faça cumprir o que é vontade – da Vontade Divina –. Bem aventurado seja o nosso futuro!
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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
O Amor
* “Quando o
amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da
mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa poda
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa poda
...”
Do poema “O Amor” do poeta de Gibran Khalil Gibran.
Do poema “O Amor” do poeta de Gibran Khalil Gibran.
domingo, 18 de outubro de 2015
Definitivamente
Por Artur Osório
...entregue aos sonhos ... e condenado à gravidade que consome ... lanço
à órbita os planetas estacionários e por céus de cosmos chão inconfundíveis ...
risco a vida e marco os anos antepassados ... não há tempo que me tire das
galáxias ... nem há dias nem há noites nestas horas ...estelares turbilhões de
evidências... em eclipse ... acobertam as memórias ... nas areias não há rastro
que resista ... nem tão pouco estacionários que não movem ... definitivamente
entregue aos sonhos e condenado à gravidade que consome...
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