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domingo, 4 de dezembro de 2016

Novos Desafios


Antes de abandonar 2016, e ser muito grata a Deus pelo ano que tive: pedi saúde e tranqüilidade e tive tranqüilidade e saúde. Tive, bem além das turbulências externas. Eis meus futuros e novos DESAFIOS, de mim para mim, executáveis, vivendo o dia, com todo o cuidado, para o hoje e o amanhã, como se houvesse o amanhã! Sim, como se houvesse o amanhã!  O desafio acaba no dia 15 de dezembro de 2017. Das 88 tarefas tenho que cumprir pelo menos 88, tenho que cumprir! Vem comigo!

domingo, 13 de março de 2016

Viajar


Gosto de me sentir em movimento.  Paisagens a vista e meus pensamentos se renovam. Se sozinha a reflexão vem como um grito de liberdade.  Se outras pessoas estão na jornada, uma alegria se abraça com o contar de histórias que se esvaem com a viagem. É quase um processo, e assim, eu adoro. Ao chegar a novos lugares me encho de curiosidade nos modos do povo, na comida e nas coisas. Satisfaço-me com o novo. Encho-me de nostalgias! Hora de voltar para casa: o melhor lugar do mundo. 

domingo, 31 de janeiro de 2016

Atávica


As pessoas pragmáticas e ansiosas por sucesso que me perdoem, pois, eu gosto mesmo é de ser tranquila. Não do modo atávica, do tempo que os homens iam à caça e as mulheres ficavam a cuidar da casa. Sou prática e realista, porém antes de ser produtiva não me apraz enquadrar a padrões onde os que se dizem espertos buscam persuadir uma multidão para seu fim. Minha intuição – GPS que me guia – comanda: faz o que ama com excelência e compartilha, amando o que faz, aquilo que deve.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O que me toca

Por Lislair Leão Marques 

Dos tantos livros que li, nossa memória extrai nome e autores de poucos. Aqueles que como as pessoas, nos marcam. Não sei o motivo que se revela, mas nos tornamos íntimos destas coisas ou pessoas na maneira que nos tocam. Claro que esta intimidade diz muito o quem somos ou da nossa vida. Marcar é tocar os meus sentidos. Por exemplo: os livros que me marcaram para sempre foram os que me libertaram ou transformaram minha percepção. O que nos toca é aquilo que nos liberta o olhar.

sábado, 11 de outubro de 2014

Liberdade


Sempre é bom rever *Rui Barbosa, em época de eleições:

“A especulação é no comércio uma necessidade; é nos abusos, uma inconveniência; mas entre as inconveniências dos abusos e a necessidade do uso, esta, em todos os casos dessa espécie a liberdade, que deve ser respeitada, porque se em nome de abusos possíveis nos quiserem tirar a liberdade do uso, talvez não nos deixem água para beber.”

“Não é a terra que constitui a riqueza das nações, e ninguém se convence de que a educação não tem preço".

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Liberdade


“*É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre

Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter um, a identidade
Que esta dentro de nos e se descobre

Liberdade é não ter medo
Mas ter sim o respeito
(...)

Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não se significa ter tudo mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.”

Poema de *Mário Quintana

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Para ser feliz


*"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis (...) um é segurança e o outro é liberdade, você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. (...) Cada vez que você tem mais segurança você entrega um pouco da sua liberdade. Cada vez que você tem mais liberdade você entrega parte da segurança. Então, você ganha algo e você perde algo".

*Zygmunt Bauman 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A Liberdade é Azul


Das cores primárias associadas aos temas humanitários, o cineastra polonês Krzysztof Kieslowski, encontra o tom azul para associar a liberdade. Do azul relacionado à tristeza, o frio. Sensibilidade e estética são marca do seu filme “A Liberdade é Azul” (1993). Reflete a busca da liberdade. O quanto esta sensação pode ser também dolorida. Às vezes, ficamos pendurados, como no filme, num candelabro azul. Presos ao medo, pelo desconhecido ou por uma escolha, nem sempre livre. Aprender a vivenciar o acaso como ele é, talvez seja, saber ser tranqüilo.