De
São Bernado de Claraval: “O verdadeiro amor nasce de um coração puro, de uma
consciência boa e de uma fé sincera, e ama o bem do próximo como se fosse seu”.
E se ama o bem do próximo como se fosse seu: há algo mais forte que as forças
do coração? A razão se combate com forças da razão? Se o amor é a finalidade, a
condescendia é o caminho. Premissa para que o cotidiano nos pulse com jeito tranqüilo.
E a vida seja cheia de graça!
quinta-feira, 10 de março de 2016
Amigos Médicos
Por
passagem recente, refletir, pois:
*”Os
médicos existem para tratar, não para decidir o lugar de seu paciente se sua
vida – e sua morte! – vale ou não a pena ser vivida. Cuidado, amigos médicos,
com o paternalismo: vocês têm a se encargo a saúde de seus pacientes, não a sua
felicidade, mas não sua serenidade. Um doente terminal não tem do direito de
ser infeliz? Não tem o direito de ficar angustiado? O que é então, nessa infelicidade, nessa angústia, que
os assusta tanto assim?” por *Martins Fontes.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Sombra
Por
Lislair Leão Marques
Tem uma fonte de luz que brilha acima a mim e que me sobrepõe. Seus raios se projetam e contornam-me pelos seus reflexos. Quando eu estou em movimento, paro a me ver a sombra que se cria. Vejo-me ou me movimento, vejo-me ou paro ou não me vejo e sigo a caminhar. Olhar para o que se cria é não abandonar o que me conduz. De certo modo olhar para minha sombra é brincar com o eterno. Das coisas que de sua luz e alinhamento eu me passo a induzir ou seduzir.
Tem uma fonte de luz que brilha acima a mim e que me sobrepõe. Seus raios se projetam e contornam-me pelos seus reflexos. Quando eu estou em movimento, paro a me ver a sombra que se cria. Vejo-me ou me movimento, vejo-me ou paro ou não me vejo e sigo a caminhar. Olhar para o que se cria é não abandonar o que me conduz. De certo modo olhar para minha sombra é brincar com o eterno. Das coisas que de sua luz e alinhamento eu me passo a induzir ou seduzir.
terça-feira, 8 de março de 2016
Pão
*”Como
feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos
debulha para expor vossa nudez.
Ele vos
peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói
até a extrema brancura.
Ele vos
amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele
vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
o pão
místico do banquete divino.
Todas essas
coisas, o amor operará em vós
Para que
conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse
conhecimento,
Vos
convertais (...).”
Parte do
poema “O Amor”, escrito por *Khalil Gibran.
sexta-feira, 4 de março de 2016
Fidelidade
* “De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
(...)
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.”
Do poema “Soneto da Fidelidade”, de *Vinicius de
Moraes.
Música
Tudo
é música na matemática e tudo é matemática na música. Com lógica, como todas as
coisas desta vida. Perceptível ou não a
nós. Simpatizo, por momentos, ouvir sons suaves, clássicos ou melodiosos. Meu raciono torna-se mais concreto. Minha
memória desperta mais consciente: menos apegada e mais concentrada. Meu
pensamento se alinha mais livre. Mexe com a minha cabeça. A música é tanto mais
elevada quanto mais e desenvolvo com amor. Sem dúvida, é a minha melhor companhia.
Com a música transcendo ao mundo e assim, me pertenço.
O Amor
“Eis
que os seres humanos, inicialmente eram de três tipos: homem, mulher e
andróginos. E eram também duplicados e unidos pelo umbigo. Zeus, temendo a presunção
de tanta auto-suficiência, para enfraquecê-los, divide-os em dois e cada uma
das partes passará a vida à procura de sua outra metade original, (...)
Para
Aristófanes, o Amor é justamente essa busca constante e incansável por sua
outra metade a fim de se restabelecer o original e primitivo “todo”.
Do
clássico livro “O Banquete” de Platão, escrito por volta de 380 a.C..
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