Aquele que necessita de mudanças
constantes deve estar preparado para transformar, não podendo ser apenas um
expectador de sua vida. Muitas vezes o caminho tem um curso torto, portanto, é
preciso estar sempre em movimento (com ou sem muito esforço). Mudanças ocorrem
quando justamente nos damos conta desta súbita necessidade de estar se movendo
para lá e para cá. Escapando pela tangente dos intrusos que roubam a paz e dos
maus tropeços. Abandonar as peças que não se encaixam mais é um processo de
autoconhecimento para mudanças necessárias.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Expectativa versus realidade
Por Viviane Ilha
Ano novo chegou, é verão! Novas possibilidades, talvez.
Expectativa: aproveitar o que tem de melhor, calor e diversão.
Realidade: trabalhar seis dias na semana com a opção de ver o sol após
as dezenove horas.
Expectativa: tirar férias e viajar.
Realidade: selecionar um monte de séries que durante o ano passado não
conseguiu assistir.
Expectativa: começar um projeto fitness.
Realidade: chope e batatas fritas no barzinho perto de casa.
O que importa é que são mais de trezentos dias para buscar uma
expectativa que vire realidade por determinação.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Feliz Ano Novo!
O
mundo movimenta-se num universo, uniforme e relacionativamente. É alimentado por energias
que desconheço. Luz e sombra se alternam. Mesmo que o planeta Terra se banhe de
fogos, na virada do Ano Novo, de um tempo criado pelo homem, nada altera sua trajetória
astral. Assim, nada muda na minha mente – tomada por um corpo que se transforma
momentaneamente –. Arriscar novos sonhos é preciso! Com nova consciência, acreditar,
ousar e realizar. Que se faça cumprir o que é vontade – da Vontade Divina –. Bem aventurado seja o nosso futuro!
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Lição dos dois pés
Quando teus pés forem pisados infinitamente por outros
Quando teus pés já não andarem mais em solos férteis
Quando teus pés se desencontrarem daquilo que antes era
alegria, há apenas uma saída.
Quando juntares os dois pés com coragem, encontrará o
caminho.
Na lição dos dois pés todos os ciclos de alegria e dor devem
ser fechados, pois aquilo que te machucou e que não serve mais como uma opção de
vida deixará de existir prontamente.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Novos Desafios
Antes
de abandonar 2016, e ser muito grata a Deus pelo ano que tive: pedi saúde e tranqüilidade
e tive tranqüilidade e saúde. Tive, bem além das turbulências externas. Eis
meus futuros e novos DESAFIOS, de mim para mim, executáveis, vivendo o dia, com
todo o cuidado, para o hoje e o amanhã, como se houvesse o amanhã! Sim, como se
houvesse o amanhã! O desafio acaba no
dia 15 de dezembro de 2017. Das 88 tarefas tenho que cumprir pelo menos 88, tenho
que cumprir! Vem comigo!
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Não pensar!
* “Creio no
mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não
tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,(...)”
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,(...)”
*Fernando
Pessoa
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Equilíbrio
Identifiquei
o meu existir no que diz Mireia Darder, autora do livro Nascidas para o Prazer,
nesse texto: “Só quando estou sozinha me sinto totalmente livre. Reencontro-me
comigo mesma e isso é agradável e reparador. É certo que, por inércia, quanto
menos só se está, mais difícil é ficá-lo. Mesmo assim, em uma sociedade que
obriga a ser enormemente dependente do que é externo, os espaços de solidão
representam a única possibilidade se fazer contato novamente consigo. É um
movimento de contração necessário para recuperar o equilíbrio”.
Assinar:
Postagens (Atom)